Nós conectamos. Não enxergamos.
Seu código, seus terminais e seus logins de IA ficam nas suas máquinas.
Criptografia de ponta a ponta
Cada máquina tem uma identidade própria (Ed25519). Quando um aparelho abre a máquina, os dois combinam chaves novas (X25519) e todo o tráfego segue em AES-256-GCM. O relay da Rinck repassa apenas bytes cifrados: não lê terminais, arquivos, senhas nem tokens.
O aparelho fixa a identidade da máquina no primeiro contato e a confere a cada conexão. Se ela mudar, a conexão é recusada — nem um servidor comprometido consegue se passar pela sua máquina.
Aparelhos aprovados
Entrar na conta não basta para controlar uma máquina: cada aparelho novo precisa ser aprovado num aparelho já confiável, conferindo um código de 4 dígitos. Você define o que cada aparelho pode fazer: só ver, operar ou controle total.
Autenticador, cofres e auditoria
Ative um autenticador (TOTP) para pedir código em ações sensíveis, proteja pastas como cofres, e consulte o registro de quem fez o quê. Pastas com segredos — chaves SSH, credenciais de nuvem, tokens das IAs — nunca são alcançáveis por nenhum aparelho.
Suas contas de IA
O Rinck Bridge roda os agentes oficiais, sem modificação, e o login é feito por você no fluxo de cada ferramenta. Nunca coletamos, guardamos ou intermediamos credenciais da Anthropic, OpenAI ou Google.
O que guardamos
Na nuvem: seu e-mail, as máquinas e aparelhos da conta (com as chaves públicas), o plano e o histórico de cobrança. Nada de código, terminais ou conversas. Detalhes na Política de Privacidade.
Encontrou um problema?
Escreva para seguranca@rinck.app. Respondemos em até 2 dias úteis.
